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A Presença Ignorada de Deus

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Última atualização em 01/04/2020 07:30
Categoria: ID do produto: 4410

Descrição

Conforme o autor, a análise existencial descobriu, dentro da espiritualidade inconsciente do ser humano, algo como uma religiosidade inconsciente no sentido de um relacionamento inconsciente com Deus, de uma relação com o transcendente que, pelo visto é imanente no ser humano, embora muitas vezes permaneça latente. Essa fé inconsciente da pessoa, que aqui se nos revela e está incluída no conceito de seu inconsciente transcendente, significaria que sempre houve em nós uma tendência inconsciente em direção a Deus.

A Presença Ignorada de Deus, de Viktor E. Frankl, o autor da logoterapia, vai às profundezas do espírito humano ultrapassando as fronteiras do psicofísico em direção à consciência, ao inconsciente espiritual e à existência humana, à pessoa profunda. É lá que encontra a manifestação da presença de Deus. Nesta obra, Frank vai às profundezas do espírito humano, ultrapassando as fronteiras do psicofísico em direção à consciência, ao inconsciente espiritual e à existência humana à pessoa profunda. E nesta profundidade encontra a manifestação da presença de Deus.

Conforme Frank, (. . . ) a análise existencial descobriu, dentro da espiritualidade inconsciente do ser humano, algo como uma religiosidade inconsciente com Deus, de uma relação com o transcendente que, pelo visto, é imanente no ser humano, embora, muitas vezes, permaneça latente. (. . . ) Essa fé inconsciente da pessoa, que aqui se nos revela e está englobada e incluída no conceito de seu inconsciente transcendente’, significaria então que sempre tivemos uma ligação intencional, embora inconsciente, com Deus. E é justamente este Deus que denominamos de Deus inconsciente.

Viktor E. Frankl, M. D. , Ph. D. (26/03/1905 | 2/09/1997) foi professor de Neurologia e Psiquiatria na Universidade de Viena e também professor de Logoterapia na Universidade Internacional da Califórnia. é o fundador da Logoterapia, muitas vezes chamada de terceira escola vienense de psicoterapia (as duas primeiras são a da Psicanálise de Freud e da Psicologia Individual de Adler). Lecionou ainda nas universidades de Harvard, Stanford, Dallas e Pittsburgh. Frank publicou 32 livros, que foram traduzidos para 27 línguas, incluindo o chinês e o japonês. Além disso, foram publicados 151 sobre Frankl e sua obra por outros autores.

As muitas viagens de conferências, para as quais recebeu convite de mais de 200 universidades, levaram Frankl a muitos países de todos os continentes, inclusive ao Brasil, onde esteve em 1984. Publicado em muitas línguas, sucessivas edições e milhões de exemplares, este despretensioso texto em linguagem narrativa constitui a porta de entrada para a logoterapia, a terceira escola vienense de psicoterapia.

Qual o segredo de seu sucesso? Nele, o psicólogo / autor descreve como sentiu e observou a si mesmo e as demais pessoas e seu comportamento na situação limite do campo de extermínio nazista durante a Segunda Guerra Mundial. Ao fazê-lo, toca na essência do que é ser humano: usar a capacidade de transcender uma situação extremamente desumanizadora, manter a liberdade interior e, desta maneira, não renunciar ao sentido da vida, apesar dos pesares. Assim, esta obra prima de observação psicológica é, ao mesmo tempo, um testemunho de grande humanidade, capaz de animar ainda hoje pessoas que, em situações aparentemente sem sentido, ficam abertas para os pequenos sinais de sentido perceptíveis no dia a dia.

Tais sinais tornam-se frestas pelas quais podemos vislumbrar o sentido mais profundo e transcendente da vida. Contendo dois apêndices em que o autor expõe os Conceitos Fundamentais da Logoterapia e a Tese do Otimismo Trágico, trata-se de um livro que, além de informativo, é comovente no melhor sentido da palavra.

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